Facebook e YouTube dominam redes sociais no Brasil

As visitas de brasileiros a redes sociais concentram-se no Facebook, com o YouTube num distante segundo lugar. Twitter, LinkedIn e Google+ parecem insignificantes perto desses dois gigantes. É o que mostra o ranking de redes sociais no Brasil elaborado pela Serasa Experian.

Segundo a empresa, o Facebook recebeu, em outubro, quase três quartos das visitas de brasileiros a redes sociais. Isso representa uma alta de 13% em relação a outubro do ano passado, quando a rede de Mark Zuckerberg tinha por volta de 60% das visitas. O Facebook é o primeiro colocado no ranking desde janeiro de 2012.

O YouTube se manteve em segundo lugar com 16,34% das visitas em outubro, número 2% inferior ao de um ano atrás.

Do terceiro lugar em diante, aparecem sete redes sociais com cerca de 1% das visitas cada uma: Badoo, Google+, Orkut, Yahoo! Respostas, Twitter, Ask.fm e Bate-Papo UOL. O LinkedIn fecha a fila das dez mais com 0,31% das visitas. Confira os números de cada uma:

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Brasil consome mais notícias online

Uma pesquisa do Reuters Institute for the Study of Journalism, órgão vinculado à Universidade de Oxford, atesta a predileção do brasileiro por meios digitais – especialmente redes sociais – e aponta uma novidade: o consumidor do Brasil está entre os que mais tem interesse em pagar por notícia online num futuro próximo. O estudo ouviu usuários de internet em outros oito mercados: Alemanha, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

Segundo a pesquisa, Brasil é o terceiro colocado no índice de acesso a notícias, por qualquer meio, diariamente, com 88% (Japão vem em 1º lugar, com 92%; Dinamarca em 2º, com 89%). Também tem o maior índice de interessados em notícias, 87%, seguido por Espanha (81%) e Alemanha (80%), e o maior índice de visualização semanal de notícias online, com 90%, acima de Japão (85%) e Dinamarca (81%).

Quando questionados sobre qual plataforma foi mais importante em seu consumo de notícia na última semana, 53% dos brasileiros responderam que a internet foi a principal, acima de TV (38%), rádio (2%) e impresso (6%). Os países que mais se aproximaram do Brasil na importância dada ao online foram Itália (42%) e Espanha (41%). Na comparação entre meios, rádio ganha na Alemanha (13%, mas TV ganha no país, com 43%), jornal ganha no Japão (20%, mas online ganha no país, com 39%) e TV reina na França (57%), onde também prevalece na comparação com outros meios.

Respondentes foram estimulados a apontar pelo menos cinco editorias ou assuntos que mais lhe interessassem no noticiário. Pautas nacionais são as preferidas pelos consumidores em quase todos os países, inclusive no Brasil, campeão na categoria, com 73%, seguido por Inglaterra (71%) e Alemanha e Dinamarca, empatados em terceiro (70%). Os EUA são o único país onde notícias locais são preferidas (59% dos americanos). Essa é uma editoria também popular no Brasil (52%), assim como pautas sobre educação e saúde, preferidas por 55% dos brasileiros.

O índice de compra de jornal impresso no Brasil é mediano: 34% disseram ter adquirido pelo menos um exemplar avulso na semana anterior (4º lugar); enquanto 13% são assinantes (5º lugar) e 4% tem assinatura combinada entre digital e impresso (3º lugar, posição dividida com outros três países). Está na frente entre as pessoas que pagaram por conteúdo digital no último ano, com 24%, acima de Itália (21%) e Espanha (16%). Também é o País com maior número de interessados em pagar por conteúdo digital num futuro próximo (veja gráfico abaixo).

A maioria dos acessos brasileiros se dá por meio de computadores desktop, quesito no qual é campeão, com 81%. Smartphones foram usados para ler notícias por 23% dos respondentes do Brasil, que também se utilizaram de tablets (14%) e e-book readers (4%), além de Smart TVs, índice no qual o País também lidera, com 12%.

O Brasil também é o lugar onde mais se acessa redes sociais e blogs (veja gráfico) e onde há o maior índice de compartilhamento de notícias nessas redes, com 44%, acima de Itália e Espanha. Brasileiros também se destacam nos comentários de links de notícias nas redes (38%).

O Digitial News Report foi conduzido em ambiente online pela empresa de pesquisa YouGov, entre janeiro e fevereiro deste ano, quando foram questionadas cerca de 12 mil pessoas e contou com apoio de empresas como BBC e Google.

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Desemprego recua para 9,8% em outubro

Em setembro, taxa de desemprego estava em 10,2%. Houve redução em Recife, Salvador, São Paulo, Fortaleza e Belo Horizonte.

A taxa de desemprego total no conjunto das seis regiões onde a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) é realizada recuou de 10,2%, em setembro, para 9,8% em outubro, conforme levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIeese) e da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), divulgado nesta quarta-feira (27). Em outubro do ano passado, a taxa estava em 10,4%. De acordo com a pesquisa, o total de desempregados foi estimado em 2,044 milhões de pessoas, 94 mil a menos que no mês anterior e 128 mil a menos que em outubro de 2012. A população economicamente ativa (PEA) das seis regiões ficou em 20,89 milhões de pessoas, número bastante semelhante ao do mês anterior.

Na passagem de setembro para outubro, a taxa de desemprego total diminuiu em Recife (de 14,5% para 13,5%), Salvador (de 17,8% para 17,1%), São Paulo (de 10% para 9,6%), Fortaleza (de 7,7% para 7,3%) e Belo Horizonte (de 7,2% para 6,9%) e permaneceu relativamente estável em Porto Alegre (de 6,2% para 6,1%).

Setores O setor de serviços registrou saldo de 56 mil novos postos de trabalho (avanço de 0,5%); enquanto a indústria de transformação teve 21 mil contratação (variação de 0,7%); o de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas veio em seguida, com 15 mil contratações (0,4% a mais).

Já o setor de construção perdeu 11 mil postos de trabalho, o que representa queda de 0,7% na comparação com setembro.

Da redação com informações do G1

Índice de Preços ao Produtor registra maior queda no ano, segundo IBGE

O preço de produtos na saída das fábricas, antes da cobrança de impostos e de frete, chegou em outubro deste ano ao menor patamar desde fevereiro. O Índice de Preços ao Produtor (IPP) diminuiu 0,37% no mês e ficou abaixo do indicador de setembro (0,57%) e de outubro de 2012 (0,23%). A informação foi dada hoje (28) pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE).  No ano, o IPP acumula alta de 4,47%. Já no acumulado dos últimos doze meses encerrados em outubro, o indicador registra aumento para 5,18%. Em setembro, o indicador era um pouco maior, de 5,81%.

De acordo com levantamento do IBGE, do total de 23 atividades pesquisadas, passou de 13 para nove as que sofreram aumento de preços, entre setembro e outubro.

Dentre as atividades pesquisadas as que mais variaram preços foram: fumo (-2,6%), bebidas (2,43%), outros equipamentos de transporte (-2,29%) e químicos (-1,8%). Já os setores que mais causaram impacto no cálculo do IPP foram alimentos, bebidas, metalurgia e outros produtos.

O IPP investiga os preços dos produtos na “porta da fábrica” antes a cobrança de impostos e do frete, que acabam sendo repassados posteriormente ao consumidor nos preços.

Diário da Manhã

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Empresas apostam na Black Friday para alavancar vendas

Será realizada nesta sexta-feira (29) a quarta edição da Black Friday Brasil, evento no qual o varejo nacional, físico e online, oferece aos consumidores produtos a preços atraentes. O que já é uma febre nos Estados Unidos, aos poucos está conquistando o público brasileiro e as empresas também que prometem ótimas promoções.

Um exemplo é a Fnac, que, neste ano, irá antecipar a programação do Black Friday para a quinta-feira (28) trazendo atrações culturais e brindes aos clientes. Além disso, os associados da loja poderão começar a comprar a partir das 10h do dia 28 e todos os clientes a partir das 20h do mesmo dia.

Serão centenas de produtos com descontos incríveis, como, por exemplo, produtos Apple (descontos de até 15%); notebooks e tablets de marcas variadas (até 25%); CDs (de 30% a 70%); DVDs e Blu-ray de filmes (de 20% a 50%); smartphones (até 25%); TVs (até 35%); jogos para PS3, X-Box e Wii (de 25% a 50%); todos os livros com, no mínimo, 35% de desconto e dezenas de títulos com desconto de 80%. Além disso, preços imperdíveis em várias outras linhas de produto, como brinquedos educativos, câmeras fotográficas e equipamentos de som. A partir de R$ 500, as compras podem ser parceladas em até dez vezes, sem juros.

Ações Durante o Evento Das 20h às 24h a Cervejaria Goyaz fará degustação de Chope artesanal com sabores regionais, a Fnac irá distribuir brigadeiros gourmet como cortesia e espumante durante o bate papo do autor Luciano Almeida na livraria. Além de vários brindes que serão entregues aos clientes que fizerem compras acima de R$ 450,00.

Acieg

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Black Friday exige cautela dos consumidores na hora da compra dos produtos

Apesar das reclamações sobre maquiagem de descontos em 2012, o Black Friday, dia de megapromoções – cópia da tradição norte-americana – caiu no gosto do consumidor brasileiro. Com destaque para o comércio eletrônico, as vendas na data por aqui crescem ano após ano. Alguns varejistas prometem descontos de até 80% nesta sexta-feira, 29 de novembro, e se preparam para apagar a imagem de Black Fraude que ficou do ano passado.

Ao consumidor, cabe, de qualquer forma, tentar se proteger de maus negócios. Uma das dicas é consultar o CNPJ da loja onde pretende comprar e evitar golpes. A Serasa oferecerá o serviço gratuitamente durante o fim de semana da Black Friday, fornecendo informações sobre a situação da empresa, razão social, ocorrência de protestos, cheques sem fundo, ações judiciais, endereço, falências e a existência legal da companhia consultada.

O CNPJ da empresa se localiza em geral no rodapé do site ou nas seções ‘quem somos’ ou ‘fale conosco’. Desde maio deste ano, o decreto federal 7.962/13, que regulamenta o Código de Defesa do Consumidor, obriga as lojas virtuais a exibirem em suas páginas na internet dados como nome, endereço e CNPJ.

Outra dica é a lista do Procon-SP com 325 sites que não são recomendados para compras online. Essas lojas de e-commerce acumulam queixas de consumidores e apresentaram irregularidades, principalmente a falta de entrega do produto. Antes de comprar, portanto, cheque as informações sobre o fornecedor.

O Proteste alerta, em sua cartilha do comércio eletrônico, que o consumidor tem o direito de se arrepender em até sete dias após a entrega. É um direito garantido pelo artigo nº 49 do Código de Defesa do Consumidor.

Por fim, como medidas adicionais, o consumidor deve seguir alguns procedimentos, como evitar compras por impulso; checar todas as características dos produtos, como cor, dimensões, funções, voltagem etc; comparar marcas e sobretudo preços; verificar se há juros nos pagamentos parcelados; e os prazos de entrega.

O número de lojas virtuais participantes do Black Friday aumentou: de 77 em 2012 para 120 este ano. Entre as novidades está o maior número de lojas que vendem itens de moda pela internet e a inclusão de prestadoras de serviços, como academias de ginástica, salões de cabeleireiros e até seguradoras.

Exame

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